Pular para o conteúdo
Giovani GodinhoCirurgia Plástica Agendar consulta

Mama · Forma, flacidez e cicatrizes

Mastopexia

A mastopexia pode fazer parte da conversa quando a preocupação é a queda das mamas. Entender o que a cirurgia modifica, quais cicatrizes deixa e quais são seus limites ajuda a construir uma decisão informada.

O que é a mastopexia?

É uma cirurgia que reorganiza o tecido mamário, reposiciona o conjunto formado por aréola e mamilo e retira o excesso de pele. O planejamento busca tratar a flacidez de acordo com a estrutura de cada mama.

Reposicionar não significa necessariamente aumentar o volume. A mastopexia pode ser feita com ou sem implantes; a necessidade de associá-los depende do tecido existente, das proporções e dos objetivos discutidos na consulta.

Avaliação individual e limites

São avaliados o grau de queda, o volume das mamas, a qualidade e a elasticidade da pele, a posição das aréolas e as assimetrias. Histórico de saúde, tabagismo, cirurgias anteriores e planos de gravidez também influenciam a decisão.

A aparência do colo e o afastamento entre as mamas dependem de vários fatores anatômicos, inclusive do tórax e da distribuição dos tecidos. Nenhum desenho de cicatriz, isoladamente, garante um formato, aproximação ou simetria exatos.

Planejamento: cicatriz em T, em L e outras possibilidades

As cicatrizes acompanham a retirada de pele e a reorganização necessárias. Há diferentes padrões, como ao redor da aréola, vertical e combinações com uma extensão no sulco abaixo da mama.

No T invertido, a cicatriz costuma contornar a aréola, descer verticalmente e seguir pelo sulco mamário. No padrão em L, o componente inferior se prolonga para um dos lados. A extensão real varia com a técnica e com a anatomia.

A escolha não deve partir apenas da preferência por uma letra. Quantidade e distribuição da pele, posição dos tecidos e objetivos precisam ser considerados. A cicatriz em L não é adequada a todos os casos, e a cicatriz em T não significa, por si, um resultado inferior.

Recuperação e mudanças ao longo do tempo

Depois da cirurgia, podem ocorrer inchaço, sensibilidade e desconforto. Os cuidados com incisões, curativos e sutiã são orientados individualmente, e os retornos acompanham a cicatrização.

Os momentos de dirigir, trabalhar, fazer exercícios ou carregar peso são definidos conforme a evolução de cada pessoa. Não há um prazo único para essas liberações. As mamas continuam sujeitas ao envelhecimento, às oscilações de peso e à gravidez, que podem modificar sua aparência com o tempo.

Riscos e pontos de atenção

A mastopexia envolve riscos de sangramento, infecção, abertura de pontos, cicatrização desfavorável, assimetrias e mudanças de sensibilidade. Também podem ocorrer alterações da circulação dos tecidos, incluindo perda parcial ou total de aréola e mamilo, além de complicações anestésicas e tromboembólicas.

Pode haver nova queda ou necessidade de revisão cirúrgica. Quando há implantes, seus riscos específicos entram na discussão. O benefício esperado precisa ser ponderado junto às limitações, alternativas e condições de saúde.

Dúvidas frequentes

Toda mastopexia precisa de prótese?

Não. A indicação de implante depende do volume disponível e do objetivo do tratamento, junto da avaliação das mamas.

Posso escolher entre T e L antes da consulta?

Você pode contar sua preferência, mas a possibilidade de cada padrão depende do exame. O planejamento considera a mama inteira, não só a cicatriz.

A cirurgia interfere na amamentação?

Pode interferir. A técnica, a anatomia e cirurgias anteriores são fatores relevantes. Não é possível garantir a capacidade de amamentar depois da operação.

Conteúdo informativo, que não substitui a consulta. A indicação é individual e definida na avaliação. Toda cirurgia tem riscos, e os resultados variam de pessoa para pessoa, conforme idade, pele e cicatrização.

Quer conversar sobre o seu caso?

Agendar consulta

Fontes consultadas